RELÓGIO

sábado, 8 de setembro de 2012

Arquiavós e Tataravós de Chiquinho Germano foram os homens mais ricos e poderosos das suas épocas

Arquiavós e Tataravós de Chiquinho Germano foram os homens mais ricos e poderosos das suas épocas
            Os arquiavós e tataravós de Chiquinho Germano, Francisco Martins Roriz, Mathias Fernandes Ribeiro, Alexandre Moreira Pinto e Agostinho Jorge de Queiroz e Sá, foram os homens mais importantes de suas épocas do interior da Província do Rio Grande do Norte.
Eles são ascendentes de boa parte da população residente na Mesorregião do Oeste Potiguar, principalmente a do Alto Oeste, e em especial, os habitantes dos seguintes municípios de Água Nova, Alexandria, Almino Afonso, Antônio Martins, Coronel João Pessoa, Doutor Severiano, Encanto, Francisco Dantas, Frutuoso Gomes, João Dias, José da Penha, Luiz Gomes, Major Sales, Marcelino Vieira, Martins, Pau dos Ferros, Portalegre, Rafael Fernandes, São Miguel, Serrinha dos Pintos, Tenente Ananias e Venha Ver. Portanto, cerca de 60% da população desses territórios municipais são parentes: tios/tias, sobrinhos/sobrinhas, primos/primas do nosso biografado. Por isso mesmo é que vários patronos de cidades nesta região foram membros da família de Chiquinho Germano, como: Antônio Martins (criado pela Lei nº 2´754, de 8/08/1962, sancionada pelo então governador Aluízio Alves. Porém, essa lei foi declarada inconstitucional pelo Tribunal Regional Eleitoral do RN, através do então presidente Enock de Amorim Garcia (30/12/1958 – 24/01/1963), sendo, porém, a criação desse município ratificada pela Lei nº 2.581, de 26/03/1963, desmembrado do de Martins, e instalado em 04/04/1963, quando tomou posse no cargo de prefeito, o senhor Francisco Aires de Arquino, nomeado pelo governador Aluízio Alves, que governou até 04/05/63, passando o cargo para seu substituto, o senhor João Bosco de Carvalho, também nomeado, que governou até 31/01/1964, passando o cargo para o senhor Joaquim Inácio de Carvalho Neto, nascido em 27/09/1936 e falecido em 03/02/95, primeiro prefeito constitucional, eleito em 01/12/1936, e como atual prefeito temos o senhor José Júlio Fernandes Neto, reeleito em 03/10/2004);
Major Sales (criado pela Lei nº 6.289, de 26/06/1992, sancionada pelo então governador José Agripino Maia, desmembrado de Luís Gomes, com uma área total de 34,0 km², equivalente a 0,06% do território potiguar, que foi instalado em 01/01/1997 e teve como primeiro prefeito constitucional o senhor Carlos José Fernandes – Dedezinho, eleito em 06/10/1996 e reeleito em 03/10/2000, governando até 01/01/2005, passando para sua prima Maria Elce Fernandes, eleita em 03/10/2004). Foi fundado em 1950 e teve como fundador a pessoa de João André de Morais (24/6/1919 – 18/12/1956);
Marcelino Vieira (criado em 16/10/1890, pelo Decreto nº 60, sancionado pelo então governador Pedro Velho de Albuquerque, cujo decreto foi revogado pelo mesmo autografante em 16/10/1892, a pedido do deputado Joaquim Correia, voltando  Vitória – outrora Passagem, a ser simples povoado, elevado à categoria de Vila em 9/10/36, e restaurado através da Lei nº 909, de 24/11/1953, sancionada pelo então governador Sílvio Pedroza, desmembrado dos municípios de Pau dos Ferros e Alexandria, com uma área de  321,4 km2, equivalente a 0.60% do Estado do Rio Grande do Norte, que foi instalado em em 01/01/1954, que teve como administrador o senhor João Batista Vieira Fernandes, irmão do Dr. José Vieira, pai adotivo de Chiquinho Germano, o qual administrou esse município até 01/01/1955, quando passou o cargo para o senhor José Calazans Fernandes, primeiro prefeito constitucional, eleito em 03/10/1954. 0 atual prefeito de Marcelino Vieira é o senhor Francisco Iramar de 0liveira, nascido em 25/10/1957, reeleito em 03/10/2004);
Martins (criado pela Lei Provincial nº 71, de 10/11/1841, sancionado pelo presidente Estevam José Barbosa de Moura, que governou a Província Potiguar de 12/01/1841 a 4/01/1841, que foi instalado em 27/02/1842, em sessão memorável, sob a presidência de Vicente Borges Gurjão, presidente da Câmara Municipal de Portalegre. O primeiro prefeito constitucional dessa urbe foi o senhor José Elinas dos Santos, eleito em 02/09/1928, tomando posse em 01/01/1929, cujo mandato foi interrompido em 07/10/1930, devido o movimento revolucionário de 1930. Para o seu lugar foi nomeado o Dr. Raul de França Alencar, que tomou posse em 18/12/1930. O atual prefeito dessa cidade é o senhor Haroldo Teixeira, eleito em 29/05/2005, depois da cassação da senhora Maria José de 0liveira Gurgel, eleita em 03/10/2004 e cassada em 21/03/2005);
Rafael Fernandes (criado pela Lei nº 2.964, de 21/10/1963, desmembrado de Pau dos Ferros, com uma área de 95,3 quilômetros quadrados, equivalente a 0,17% do nosso Estado, cuja instalação se deu em 07/02/1965, através do prefeito constitucional, senhor Antonio Justino de 0liveira, eleito em 24/01/65. O atual prefeito dessa cidade é o senhor Mário Costa de 0liveira, nascido em 16/3/1969, formado em Pedagogia, casado com a professora Maria de Fátima Oliveira Costa, eleito em 2000 e reeleito em 2004);
Rodolfo Fernandes (ver histórico no capítulo Apoio Cultural); e Tenente Ananias (criado pela Lei nº 2.758, de 10/05/1962, desmembrado do município de Alexandria, com uma área territorial de 208,4 quilômetros quadrados, equivalente a 0,39% do território estadual, e que foi instalado em 10/02/1963, que teve como primeiro prefeito o senhor Hipólito Alves de Souza, nascido a 13/08/1919, filho de João Alves de Souza e de Vicência Raquel de São José, que governou até 31/01/64, quando passou o cargo para o empresário Raimundo Abrantes de 0liveira (05/05/1917 – 11/11/1977). 0 atual prefeito dessa cidade é a jovem Meira Jácome da Silva, filha do Dr. Manoel Kleber Sarmento (06/06/56) e de Maria Luciene da Silva (30/06/62), e como vice-prefeito o ex-prefeito João Mendes Sarmento, nascido em 08/03/56).
            Esses vultos da história oestana potiguar foram donos de muitas propriedades, escravos, gado, dinheiro e ouro. Eram os homens mais ricos e poderosos dos seus tempos. Deixaram grandes descendências.
Martins era natural da Ribeira do Jaguaribe – Província do Ceará. A ele deve-se o povoamento da serra que hoje tem seu nome, a doação de terrenos para a organização do patrimônio paroquial, a construção da capela de Nossa Senhora do Rosário, a edificação das primeiras casas do povoamento, origem da atual cidade de Martins. Francisco Martins em 1750, sua esposa, dona Maria Gomes se perdeu numa grande mata que existia na lagoa e tendo procurado, com pessoas, durante dias, foi encontrada pelos urubus, morta. Tinha feito um voto de que se a encontrasse, construiria a capela, no lugar onde fosse encontrada. Dando início a construção da cidade. Ele tratou, em primeiro lugar, de construir a capela, sob a égide de Nossa Senhora do Rosário, capela que ainda hoje existe.
Francisco Martins é o tataravô terceiro de Chiquinho Germano. Assim vejamos: o Capitão Mathias Fernandes Ribeiro, casou-se com Maria Gomes de Oliveira Martins. Esta, filha de Martins Roriz, já uma filha de Mathias de nome Anna Martins da Silveira casou-se com o capitão Alexandre Moreira Pinto. Um dos filhos desse casal de nome Manoel Moreira da Silveira, casou com Maria Gonçalves Vieira. Um dos filhos desse casal, de nome João Germano da Silveira, casou-se com Josefa Vieira da Costa. Um dos filhos desse casal de nome Francisco Germano da Silveira (04/04/1884 – 13/11/1934) casou-se com Jacinta Queiroz da Silveira, ela natural de Pereiro/CE, nascida 16 de agosto de 1884 e falecida em Pau dos Ferros/RN, no dia 11 de novembro de 1971, filha do Coronel Martiniano José de Queiroz e de Tereza Maria de Queiroz. Nasceram 09 filhos do casal Francisco e Jacinta, entre ele está o nosso biografado Chiquinho Germano.
Mathias era natural da Freguesia de São Batista da povoação da ribeira do Assu (criada no ano de 1726), posteriormente Vila da Princesa (criada pelo Alvará de 03 de julho de 1783, assinada pelo desembargador Ouvidor Geral da Paraíba, Antonio Philippe de Andrade Bredorode, com o título de Vila Nova da Princesa), atual cidade do Assu, criada pela Lei Provincial nº 124, de 16 de outubro de 1845 (a primeira do Rio Grande do Norte), filho de Manoel Moreira e de Joanna Martins de Lacerda, filha de Francisco da Costa Passos e de Violante Martins de Lacerda. Era casado com Maria Gomes de Oliveira Martins (mesmo nome da mãe), filha do Capitão Francisco Martins Roriz, fundador da cidade de Martins e o maior sesmeiro daquela região, cuja fortuna originou a grande riqueza do genro.
Estou me referindo à fortuna do Capitão Mathias, à época orçada na vultosa importância de sessenta e um mil contos de réis, isto é, verdadeira fortuna para aquele tempo, talvez, equivalente a 61 milhões de reais, nossa atual moeda.
Sua mulher faleceu no ano de 1806, mas Mathias não quis se casar em segundas núpcias. Permanecendo mais de vinte anos viúvo e só veio a falecer no ano de 1830, deixando uma prole de 12 filhos, entre eles, destacamos Ana Martins da Silveira (1786 – 1842), casada com o Tenente Alexandre Moreira Pinto, tataravós do biografado.
Alexandre era natural da Fazenda São Brás de Baixa, à época uma grande fazenda de seu pai que se chamava Alexandre Moreira Pinto. Fazenda encravada na Freguesia de Martins, que posteriormente pertenceu ao município de Alexandria e atualmente pertence ao município de Tenente Ananias, criado pela Lei nº 2.758, de 10 de maio de 1962. Nascido no dia 05 de agosto de 1767 e falecido em 13 de setembro de 1855. Casou-se em 27 de outubro de 1805, com Anna Martins da Silveira, filha de Mathias Fernandes Ribeiro, com uma prole de 17 filhos, entre eles, Manoel Moreira da Silveira (22/12/1808 – 02/10/1862), este bisavô de Chiquinho Germano e pai do Alferes João Germano da Silveira, este avô de Chiquinho e pai de Francisco Germano da Silveira, pai do biografado.
De acordo com o livro “Memorial da Família” – Pesquisa genealógica, de João Bosco Fernandes, (Uiraúna, 08/03/1942), com co-participação de Antonio Fernandes Mousinho (Luiz Gomes/RN), 23/11/1916 – Recife - PE, em 10/11/2001) – Helley S/A – Gráfica e Editora (1994), fls. 172, 173 e 174, diz o seguinte:
“O casamento, por motivos especiais, realizou-se na matriz de Santo Antônio do Piancó, celebrado pelo Padre José Felix, com autorização do então Visitador Antonio José de Carvalho que, na oportunidade, encontrava-se na região. Anna Martins, natural da Serra de Martins; Alexandre, da Fazenda São Brás; ambos da freguesia de Pau dos Ferros, ribeira do Apodi, termo da Vila de Portalegre, província do Rio Grande do Norte, Capitania da Paraíba.
Era Alexandre Moreira Pinto, moço, solteiro e rico, das cabeceiras do São Brás. Figura influente em Pau dos Ferros, seja nos negócios religiosos como nos políticos, tendo prestado grandes serviços à igreja. Existia, àquele tempo, o Capitão Mathias Fernandes Ribeiro, fazendeiro em Curral Velho e proprietário em Cruz d’Alma, na Serra de Martins. Nas festas e reuniões sociais de Pau dos Ferros, Alexandre enamorou-se de Anna Martins, mas isso não foi do agrado da família dela, por não quererem “uma pessoa sua casada com um caboclo do São Brás”. Não se sabe se ele a pediu em casamento. Certo é que resolveu raptá-la. Um dia, regressando de uma festa de Pau dos Ferros, viajava Anna Martins na garupa de um cavalo com o seu irmão José Martins Ribeiro, quando Alexandre se aproximou e lhe entregou às escondidas uma carta, convidando-a para com ele se casar.
Aceito o convite, marcaram o dia em que ele a tiraria da Cruz d’Alma. Descoberta a fuga, saíram os irmãos dela em seu encalço, mas não os alcançaram. Ao chegar ao São Brás, Alexandre, que era quase tão abastado quanto o sogro, seguiu com a noiva para Piancó, onde se encontrava o Visitador da Diocese de Pernambuco, que autorizou ao Padre José Felix a realização do casamento. Conta-se que ao saírem os nubentes da igreja, já casados, chegaram os impedimentos por parte da família da noiva. Tudo, porém, fora de tempo. Alexandre voltou ao São Brás e nunca se curvou aos parentes da mulher, pois era tão independente quanto eles. Julgavam-se estes, ofendidos, particularmente o José Martins, pela afronta que sofrera. Resolveu, então, o José Martins contratar os serviços de um cunhado, João Francisco de Queiroz Sampaio, filho da Anna Martins Lacerda, sua tia e casado com sua irmã Jonna Martins, para que tirasse a vida de Alexandre. O Sampaio veio a Luiz Gomes e preparou uma emboscada, em frente à casa da Intendência, onde Alexandre amarrava seu cavalo à sombra dos cajueiros. Aí sofreu grave atentado à bala de mosquete que, felizmente, não lhe foi mortal. Durante a convalescença, muitos amigos se ofereciam para matar o Sampaio, mas Alexandre sempre dizia: “Mate-o Deus”.
Recuperado, passou a criar os filhos na prática do bem, até que, anos depois, o próprio Mathias reconheceu as qualidades de Alexandre e foram feitas as pazes. Sampaio, o malfeitor, foi quem rebelou-se com a família, indo embora para o Pajeú. Certo dia, de lá regressando, recebeu, não se sabe de onde, um tiro de emboscada, vindo a morrer incontinenti”.
Agostinho Jorge de Queiroz e Sá, natural de Martins - RN, nascido em 21/04/1780 e falecido em 6/6/1866, terceiro filho de Domingos Jorge de Queiroz e Sá e de Maria Gomes de Queiroz, filha do mesmo Coronel Agostinho Fernandes de Queiroz e Francisca Romana do Sacramento. Os pais e as mães eram irmãos, sendo eles, portanto, primos carnais. Agostinho sempre residiu na então povoação de Serrinha dos Pintos (atual cidade criada pela Lei 6.492, de 30 de outubro de 1993, que teve como primeiro prefeito o senhor Luiz Gonzaga de Queiroz, eleito em 03 de outubro de 1996 e reeleito em 1º de outubro de 2000). Tomou parte ativa no motivo revolucionário de 1817, e dada a vitória da legalidade, foi prisioneiro com outros participantes da revolução. Transportado preso para a Bahia, ali permaneceu quatro anos. Anistiado, voltou para Martins, trazendo dali sementes da jaca, tão produtivas ainda.
Todos os historiadores potiguares, sobretudo o saudoso Luiz da Câmara Cascudo (30/12/1898 – 30/07/1986), têm salientado a personalidade deste filho ilustre de Martins, o qual ainda tomou parte em novos movimentos patrióticos, como a organização de um batalhão cívico, de elementos de Martins, Portalegre e Pau dos Ferros, à invasão iminente da fronteira pelos grupos de Pinto Madeira, caudilho cearense, defendendo assim a Província em território distante. Em 1938, o Regente do Império nomeou-o um dos Vice-Presidentes da Província do Rio Grande do Norte. Em 27 de fevereiro de 1842, era empossado como primeiro presidente da Câmara Municipal de Maioridade (Martins), governando até 07 de janeiro de 1945, quando passou o cargo para o senhor Domingos Velho Barreto Júnior.
Agostinho Fernandes (que rejeitou o sobrenome Pinto depois de combater as hostes daquele caudilho invasor, conforme ofício ao Presidente da Província).
Agostinho Fernandes faleceu no dia 06 de março de 1866, tendo sido a maior figura histórica do patriarca e patriota do município de Martins. No termo de óbito, consta que, amortalhado com as insígnias de Tenente-Coronel, teve a cerimônia dos funerais oficiada pelos Bernardinho José de Queiroz (20/08/1820 – 01/01/1884), seu neto, filho de Antônio Fernandes de Queiroz e Sá e de Maria Gomes de Amorim Queiroz e Anísio Torres Bandeira.
Na revolução republicana de 1817, a zona Oeste teve relevante atuação, instalando um Governo Provisório, em Portalegre, único município da região naquele tempo, o qual havia sido instalado em 09 de dezembro de 1761. E assim vários patriotas de Portalegre, Martins, Pau dos Ferros e Patu estiveram envolvidos naquele movimento que tinha por objetivo libertar o Brasil do domínio português.
Eis os nomes daqueles idealistas: Agostinho Fernandes de Queiroz (21/04/1780 – 06/03/1866), Padre Gonçalo Borges de Andrade, João Saraiva de Moura, Antônio Ferreira Cavalcanti, Manoel Joaquim Plácido, Padre João Barbosa Cordeiro, Leandro Francisco de Bessa, José Vieira de Barros, Pedro Leite da Silva, Francisco Maçal da Costa Melo, José de Sá Cavalcanti, Padre Manoel Gonçalves da Fonte e Felipe Bandeira de Melo.
O governo revolucionário teve vida efêmera em Portalegre, apenas 09 dias (de 10 a 19 de maio de 1817), deixando todavia, para a posterioridade o exemplo de coragem, abnegação e patriotismo daqueles bravos sertanejos que sacrificaram seus interesses particulares e sua liberdade em defesa dos sagrados princípios de liberdade e soberania nacional cujo registro que os portalegrenses até os dias de hoje têm a grande honra e orgulho de expressar entre eles mesmos e os visitantes.
Portalegre já foi capital. Em Natal, a revolução se mantivera de 29 de março a 25 de abril de 1817.
Portanto, Chiquinho Germano se orgulha de pertencer à mesma geração desses vultos históricos: Francisco Martins Roriz (1702-1780), Capitão Mathias Fernandes Ribeiro (1750 – 1830), Tenente Alexandre Moreira Pinto (1767 – 1830) e o Tenente Coronel Agostinho Jorge de Queiroz e Sá, raiz genealógica dos seguintes grupos familiares: Moreira Pinto, Moreira da Silveira, Moreira do Nascimento, Fernandes de Oliveira, Fernandes de Queiroz, Queiroz de Sá, Fernandes Negreiros, Germano da Silveira, Queiroz Germano, Fernandes Vieira e vários outros, que se juntando, pode se dizer que  formam uma única família, talvez a maior do Estado do Rio Grande do Norte, com pessoas importantes, como governadores, senadores, deputados federais, deputados estaduais, prefeitos, vereadores, secretários, juizes de Direito, advogados, promotores públicos, médicos, desembargadores, engenheiros, tabeliões, sacerdotes, pastores, jornalistas, militares e policiais militares.

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